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  • blogcomandantenadia

Autodefesa, um direito fundamental


Quero destacar a importância do direito ao porte de arma para todos os cidadãos. Atualmente, homens e mulheres são mortos pelo simples fato de que os criminosos querem um celular, um boné, um tênis ou uma bicicleta. Sem falar nas muitas vezes em que são mortos sem que nada lhes seja roubado. Não se atira para renguear. A decisão do tiro é única, atira-se para matar.

“Quando todas as armas forem propriedade do governo e dos bandidos, estes decidirão de quem serão as outras propriedades”. Benjamim Franquilin

A arma de fogo não é o problema. Dizer que o cidadão não precisa de arma, pois existe a polícia, é o mesmo que dizer: não precisamos de extintores de incêndio, porque temos os bombeiros. A arma é o instrumento que mais proporciona a igualdade. Um exemplo é o que ocorreu em Caxias do Sul, alguns anos atrás, quando uma senhora com mais de 70 anos pôde matar um criminoso de 19 anos que invadiu sua residência, domicílio inviolável conforme nossa Constituição Federal.


E hoje vemos que os criminosos estão entrando em nossas casas porque têm a certeza de que ninguém estará armado para se defender. Se em determinadas casas, ou condomínios, as pessoas estivessem organizadas e armadas, o criminoso demoveria-se de sua intenção. A existência da arma cumpre seu papel, não precisa acontecer o disparo.


O estatuto do desarmamento é um a ferramenta de dominação, de opressão, que só serviu para enfraquecer os homens de bem e também aqueles que, por opção, não querem ter suas armas. O avanço da horda do crime está aí para comprovar isso. O criminoso não está interessado no 38 ou 380 . Eles querem 357 magnum 556 ou 762, 9 mm. Vemos sangue de inocentes derramado pelas vias de Porto Alegre e de todo o Rio Grande do Sul. Alguém acha que um criminoso entraria nos bares, restaurantes, ônibus ou estaria na ponte içada do Guaíba fazendo arrastão se tivesse a certeza de que ali existisse algum cidadão armado, qualificado tecnicamente, treinado e com todos os requisitos preenchidos? Lógico que não. Estamos defendendo o direito natural ao porte de arma. É por isso que estamos junto ao movimento Armas pela Vida. Os policiais são formados e treinados para andar armados, não pela morte, e sim para proteger vidas. Todo o cidadão tem o direito de decidir se quer o não andar armado. Quando a presa tem capacidade de se defender, o predador dorme com fome.


Vemos novamente essa ladainha petista culpando os policiais pela criminalidade. Estamos cansados desse discurso culpando o soldado pelo crime que atinge o cidadão comum. Qualquer objeto pode ser utilizado como arma quando usado com o princípio da surpresa para ameaçar e atacar. Exemplificando: agressores matam suas vítimas, inclusive envolvendo violência doméstica, com espetos de churrasco, chaves de fenda, torniquetes, cordas, pedras, entre tantos outros objetos que poderia listar. As armas, desde brancas, de fogo, não letais, efeito moral, química, biológica, ocasional, usadas de maneira errada podem levar à morte. Quem quer matar, vai tentar matar, não importa o meio que irá utilizar.


Durante milhares de anos, o homem sobreviveu com suas armas naturais, ou seja, suas unhas, punhos e dentes (como os demais animais). Sem discorrer sobre a evolução da sociedade moderna, apenas digo que com o tempo surgiram as primeiras armas que passaram a ter várias utilidades humanas, como para tiro desportivo, a defesa de uma coletividade (Forças Armadas, Polícias) e nosso pleito: a autodefesa.


Mudou o foco dos ataques, pois, hoje, tiram-se vidas por bonés e celulares e, mesmo se o atendimento policial fosse instantâneo e que todos os crimes fossem elucidados com criminosos presos por muitos anos, nada disso tiraria meu direito de ter arma de fogo, instrumento que traz equilíbrio no triste confronto entre um jovem bandido e uma idosa, como ocorreu na invasão de um apartamento em Caxias do Sul, anos atrás, por exemplo.

É claro que existirão os critérios objetivos. Até pode ser feita uma analogia com a concessão do Estado para a carteira nacional de habilitação ou o brevê de pilotagem de aeronaves, visto a grande fiscalização e cursos existentes para que um cidadão conduza veículos automotores e aeronaves. Ampliando em milhares de vezes a força, a capacidade de carga, a velocidade e, porque não, o poder de destruição no caso de mau uso destes, seja culposa ou dolosamente.


Não estamos buscando a obrigatoriedade de todos terem, muito longe disso, lutamos por um direito natural.


Não é só pela segurança jurídica que se investe em uma cidade, mas também pela segurança física. Muita gente boa foi embora por conta disso. Em se tratando de investimentos, risco alto só interessa a quem quer um Brasil doente pagando altas taxas para investimentos em renda fixa, desestimulando o empreendedorismo. A imprensa está maculada por um sentimentalismo tóxico, dizendo que a nossa é a polícia que mais mata. Mas não foi a polícia que matou a mãe que esperava o filho na frente da escola.


David Coimbra, como fica fácil falar quando se mora fora do Brasil e tem toda a segurança e leis a favor do cidadão de bem. Devia ter deixado sangrar e a coisa morrer, mas foi lá e remexeu. Esperava mais de um jornalista. Chamaste o Bene Barbosa de desequilibrado. Calou-se pois não tem razão quem não tem os dados/fatos na mão. Desarmaram a população e agora criaram grupo paramilitar para manter o governo.


Mulher empoderada é mulher armada. Um dia ainda viveremos em um mundo sem grades, sem drogas, sem violência, sem crimes, sem armas e sem hipocrisia. Enquanto não alcançamos este ideal, armas pela vida!


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